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Amor e dor
É do amor prisioneiro, condenado
Quem não dava valor a liberdade Hoje vive nas grades da saudade Pelo crime de ter se apaixonado. Foi em vão que esperou ser perdoado Sem indulto, sua alma está detida. Submerso na lágrima caída Nada pode curar seu dissabor. Nem um rio de pranto leva a dor Da pessoa que chora arrependida. Tanto fez pra curar seu sofrimento Largo foi seu pesar também degredo Revelou sua dor, triste segredo Remoeu no presente o vil momento E pensou entregar-se ao julgamento Em um cálice amarga despedida Sucumbiu moribundo na partida No semblante, no fim, jaz sem amor Nem um rio de pranto leva a dor Da pessoa que chora arrependida.
Jessé Ojuara e Poetisa Lúcia (Mote e G1)
Enviado por Jessé Ojuara em 28/03/2026
Alterado em 28/03/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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