Poeta Jessé Ojuara

*Nunca se nega a ninguém, café, água e Poesia.

Textos

Mamonas assassinas
Nasceu como utopia
Pregonizando um sonho
Mas com a entrada de Dinho
Que era um cara bem risonho
Adotou um novo enfoque
Mas o fim foi bem tristonho.

2 do 3 de 96
Trinta anos se passaram
Mas na minha mente vivem
Muita alegria espalharam
Com seu jeito irreverente
Esses garotos brilharam.

O grupo com Sérgio e Júlio
Dinho, Bento e Samuel
Os Mamonas Assassinas
Reverencio em cordel
Mudara' o rumo do rock
Com humor de menestrel.

A Brasília Amarela
Ficou logo bem famosa
Eles Pelados em Santos
Vira a Vira bem gostosa
Mas o Robocob gay
Foi ideia luminosa.

1406
Faz critica ao consumismo
Money que é good nóis no have
Típico do capitalismo
Money só tem os barões
O povo fica no achismo.

Também com Mundo animal
Abusou da irreverência
Diz: "Comer tatu é bom..."
Recorde com paciência
"...Mas dá "muita" dor nas costas..."
Grupo tinha inteligência.

Lembram do "Sabão cracra"
Tinha também o crucru
Com um se lavava os pés
Co' outro se lavava tu
Não vou arriscar na rima
Pra não ficar jururu.

Desde então só tem mesmice
Falta criatividade
A poesia assassinada
Pelas ruas da cidade
Sertanejo muito pobre
Sofrencia e banalidade.
Jessé Ojuara
Enviado por Jessé Ojuara em 04/03/2026
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