

![]() Tempo e memóriaTal qual sopro impiedoso, de perversa tempestade, que arranca com crueldade, raiz do ipê mais frondoso... Até mesmo o mais zeloso, com saúde plena e glória, perde pra morte a vitória. Resta a lembrança vivida: Quando o tempo leva a vida, socorre-nos a memória.
Portanto desperdiçar seu tempo, é mesmo burrice. Diria mais... - É tolice... Se pudesse adivinhar que seu tempo vai findar, ver finda a jornada e estória! Buscaria escapatória, com vida mais aguerrida? Quando o tempo leva a vida, socorre-nos a memória.
Acordar e agradecer, mudar rumo da jornada. Só pare e não faça nada. No nada abrace o prazer. Mas precisa compreender: -Vida não dá moratória, ela é já, é provisória. Tem chegada e tem partida: Quando o tempo leva a vida, socorre-nos a memória.
Esqueçam o vil metal, dinheiro não se consome. A usura tem sobrenome, é cria do capital ele é pai de todo o mal. Mude a sua trajetória reescreva a sua história, porque ainda tem saída: Quando o tempo leva a vida, socorre-nos a memória.
Obs.: 1 - Inspirado no pensamento de Adélia Prado;
2- Imagem feita com IA, com prompt criado pelo autor do poema. Jessé Ojuara
Enviado por Jessé Ojuara em 25/11/2025
Alterado em 25/11/2025 Copyright © 2025. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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