

![]() Bebum cautelosoMinha branquinha eu bebia Sem medo ou preocupação Co' esse tal de metanol Aumentou a precaução Ontem ofereci ao santo Me disse:- Lá ele irmão.
Esse mundo tá perdido Batizaram a cachaça Por cobiça ou maldade Pois sendo grande a trapaça Ou eu paro de beber Ou caixão, vela e fumaça.
Pobre tá mesmo lascado Agora nem circo e pão A minha amada branquinha Apetitoso quentão Pode me levar a morte Vou pedir degustação.
Cabeça prove um pouquinho Antes de eu degustar Tu precisa garantir O que vende no seu bar Ele diz: - bebo lá dentro Se morrer não vou voltar.
Mas isso é o fim do mundo Amargedon de verdade Cachaça é paliativo Que rouba a sobriedade Todos sem cabeça feita Botam fogo na cidade.
Vão enxergar os desmandos Tanto roubo e malandragens Nossos neurônios sem álcool Não cai mais em sacanagens Viva então pro metanol Será o fim das visagens.
Salvador, 04/10/25 Jessé Ojuara
Enviado por Jessé Ojuara em 04/10/2025
Alterado em 18/10/2025 Copyright © 2025. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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