

![]() Quando eu deixei o sertão Pela seca escorraçado Vi morrer todo meu gado Recebi carta do irmão Que diz: - volte agora então Bem verdinho está o agreste Deixe o cinzento sudeste Mas traga seu guarda-chuva Com a chegada da chuva A seca larga o Nordeste.
Na Região Nordestina Agora tem bom inverno A mata muda de terno Floresce toda campina Qualquer semente germina Na roça que o dono investe O sertanejo faz teste Com milho, feijão e uva Com a chegada da chuva A seca larga o Nordeste.
Tá bonito de se ver O nosso povo voltar No seu rincão celebrar O sertão a florescer Determinação vencer Longa seca, angústia e peste Pois isso é prova inconteste Que a política é saúva Com a chegada da chuva A seca larga o Nordeste.
Salvador, 17/1/25, Jessé Ojuara e Zilmar de Souza (Mote e G2)
Enviado por Jessé Ojuara em 18/01/2025
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