

![]() Poesia socialA poesia acolheu, preto e pobre sofredor. Esquecido pelo mundo, uma lágrima de dor, rolou no rosto marcado, de um marginal desgraçado. Vê-lo assim causa furor.
Mas por que a sociedade, produz constante injustiça. Quando homem, é lobo do homem, se alimenta de cobiça. Subjuga, aliena e explora, enquanto o povo só chora E espera de Deus justiça.
Pra conquistar a mudança, exijam educação. A educação que nos negam, pois preferem circo e pão. Repetem mesma samsara... Mais exploração não para. Lutem por reparação.
Então! "E agora José? Chega de passividade, já lhe gritou o poeta. Lutem pela liberdade: José, João e Maria... Sua união tem magia, pra derrotar a maldade
Peço para os ancestrais, da mãe nação africana, pra resgatar nossos brios e devolver nossa gana. Para Oxum, Ogum Axé, porque tem cor minha fé, europização sacana.
Ver o povo no poder, no seu rosto tanta odara. Se todo sangue é vermelho, toda cor beleza rara. Prá quem é de fé, amém O Axé também nos convém: Chega de castigo e vara. Jessé Ojuara
Enviado por Jessé Ojuara em 21/08/2023
Alterado em 21/08/2023 Copyright © 2023. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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